Posted on December 21st, 2009 by pedrovski
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esta não vida!
segregada realidade
nutre ilusões!
ciumes e conspirações!
a cabeça não descansa!
a mente não dança!
estou perdido, tão perdido
neste momento
e não posso fazer nada!
quero esquecer tudo
ninguém está aqui
nada bate certo!
gostava ser diferente
gostava estar indiferente!
gostava de sonhar outro lugar
tira-me daqui!
Posted on December 20th, 2009 by pedrovski
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não tenho corpo para entrar no teu triângulo então berro revolta!tu, que levantas de preconceito, queres o desenho perfeito. eu deixo a tua mente segregar a minha agonia deixando-me assim numa dependência na falsidade de sentimentos e de paixão perdida.
sim, estou a cair, não falta muito para atingir o chão… nunca te direi, mas prefiro sempre estar sozinho, será que perdi o controlo?
Posted on December 11th, 2009 by pedrovski
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tira-me,
retira-me,
ódio em mim!!
silêncio de sentimentos,
amedrontada raiva!
quero-te nada…
desejo tudo!
aleive de vida
genuína a morte!
amor fingido
ódio glorificado
mas nunca o suficiente para deitar fogo a tudo,
corro em direcção ao fim dos mundos para dizer o que realmente penso de ti?
Posted on December 11th, 2009 by pedrovski
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um beijo, ataca-me o medo… amedrontado beijo, estórias fingidas, jogos de prazer e dentro uma solidão impaciente. se eu pudesse transpirar a lhaneza bem para fora. o aleive dos meus sentidos é o jogo perdido à partida. dá-me nada e assim desejo sempre tudo. cresce-me no nada e assim mantenho a revolta dentro de mim. não gostas de mim inteiro, encaixavas metades, comias restos do meu corpo. não anseias o suficiente para teu resgate. não quero salvação quero paixão de subir aos céus! sem descanso, coração palpitante, corpo dormente, silêncio em ruído! em vez da vida desenha-se desejos interrompidos e eufemismos de sentimentos. alias somos civilizados e racionais. nada solta do coração, nada brota do peito porque somos todos bem comportados e conhecemos o ódio e o amor. o amor escreve-se com letras redondas milimétricas numa parede branca e lisa a sangue… qualquer pintura fora deste retrato é uma imensa acumulação de insanidade e comportamentos desviantes. jamais esta insanidade soltar-se-á assim para o mundo à espera do julgamento. o amor se existir deve ser dado a olhos que o querem realmente ver. por isso a minha missão será manter tudo para mim, dentro de mim, só para mim na minha grande e salubre solidão à espera de algo diferente dum mundo deixado de lado. posso sorrir cá dentro, tenho uma dádiva que ficará à espera do fim do mundo ou à espera da minha morte.
Posted on December 6th, 2009 by pedrovski
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sei que não vais ler
não te vou escrever,
desejo neste momento dizer adeus
porque brota impaciência da paciência!
perdes por futilidade
deixo-te nos escombros…
não sou alguém
para te salvar…
todos os gatos tão felizes…